quarta-feira, abril 18, 2007

Gestão de Riscos - artigos da revista Amanhã

Gestão de Riscos - artigo da revista Amanhã


Por Eduardo Lorea e Marcos Graciani
04 de April de 2007

Clique aqui:http://www.pmkb.com.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=52

Última Atualização ( 16 de April de 2007 )

terça-feira, abril 17, 2007

Evolução da Humanidade




Eu sou mais rápido que você.

Eu sou mais forte que você.
E com certeza vou durar muito mais que você.
Você pode pensar que eu sou o futuro, mas está errado.
Você é o futuro.
Se eu pudesse desejar, alguma coisa, desejaria ser humano,
para saber o que significa ter sentimentos, ter esperanças,
ter angústias, dúvidas..., amar.
Eu posso alcançar a imortalidade, basta apenas não me desgatar.
Você também pode atingir a imortalidade, basta fazer apenas uma coisa notável...


Johnnie walker

Será que daqui a três anos:

-Você reconhecerá aquele que você foi um dia?
- Terá orgulho da pessoa em que se tornou?
- Você terá atingido o objetivo que definiu para si mesmo?

segunda-feira, abril 02, 2007

Estado e Terceiro Setor

Ederson Passos

I. Breve abordagem histórica
Para se entender o que gerou a crise do estado, ou a crise da dívida, se faz necessário voltar algumas décadas para reconstruir o cenário conjuntural.
É importante destacarmos que a maior ou menor intervenção do estado na economia brasileira não é um fato isolado. Pode-se perceber que se trata de uma mudança de ideologia a nível mundial. Após 1930, com o fato da quebra da bolsa de Nova York, houve uma inversão na forma de intervenção estatal, que era mínima, seguindo os princípios liberais, passando a ser muito representativa, devido a influências da teoria Keynesiana.
Especificamente no Brasil, assistiu-se uma enorme intervenção do estado, tanto na área produtiva, com a criação de empresas de infra-estrutura, quanto na área social, com a criação do salário mínimo, leis trabalhistas, isto é, o Estado toma para si a responsabilidade de estabelecer o mercado, uma vez que não existia recursos privados disponíveis, ou melhor, ainda não havia se constituído uma classe burguesa suficiente capaz de consolidar o mercado consumidor brasileiro.
No entanto, essa participação sucedeu-se as custas, principalmente depois de 1964 (Lei 4.390), de recursos externos que eram abundantes no período e de baixas taxas de juros. Porém, a década dos anos setenta se inicia com a primeira crise do petróleo (1973), que resultou em uma escalada dos juros a nível mundial, em busca de conter uma possível inflação, o que resultou num expressivo aumento do serviço da dívida externa. Com a nova crise do petróleo de 1979, e um novo aumento das taxas de juros, o Brasil viveu a conhecida crise da dívida externa, que impôs ao país um ajuste recessivo de suas contas. A professora Mônica Baer ressalta que a partir da década de 70 inicia-se a crise de refinanciamento do Estado passando a uma condição de instabilidade sistêmica. O esgotamento das forças de crescimento e das fontes de recursos internacionais minaram o desenvolvimento nacional. Pode-se afirmar que desde então, o país não reeditou um Plano Nacional autônomo e auto-sustentável de Desenvolvimento.
Com o Estado apresentando uma menor capacidade de intervenção, cria-se um ambiente favorável a mudanças estruturais e redefinições estratégicas, que segundo o texto de Lester Salamon, culminou para um maior fortalecimento da chamada Parceria público/privado, vista de duas formas: “ONGs e regulação”.

quinta-feira, julho 14, 2005

Projeto de Inclusão Digital

Projeto de Inclusão Digital de Santa Luzia: ao encontro do Cidadão


Ederson Passos
Mestrando em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro, Secretário da ONG – Circuito da Vida, Consultor de Negócio pela Unisys Global Outsourcing, com atuação na Gestão do Crédito Imobiliário. Formado em Ciências Econômicas pelo Unicentro Newton Paiva (2000), com curso de especialização (lato sensu) em Finanças pela UFMG (2002).
epassos@gmail.com
www.edersonpassos.cjb.net

Introdução

As sociedades contemporâneas encontram-se em um acelerado processo de mudanças e transformações, onde o conhecimento é reconhecido amplamente como o principal ativo dos indivíduos, corporações e da própria Administração Pública. A questão que deve ser posta nos círculos de discussões é o fato de que a velocidade da informação não é capaz de produzir e difundir conhecimento equitativamente na sociedade. Isso equivale dizer que caminhamos a passos largos para uma Sociedade da Informação sem, contudo ter resolvido as causas e conseqüências da exclusão social, neste incluído o “apartheid digital”. Destarte é fundamental a democratização das tecnologias, funcionalidades e conteúdos associados à informação para todos os atores sociais.

Numa perspectiva mais otimista pode-se compreender a Sociedade da Informação como “um estágio do desenvolvimento social caracterizado pela capacidade de seus membros (cidadãos, empresas e administração pública) em obter e compartilhar informação, de maneira simultânea e instantânea, em qualquer lugar e da forma desejada”. No entanto, construir uma rede cívica e integrada aos processos de informações locais e globais requer enormes esforços e recursos, assim como o envolvimento da iniciativa pública, iniciativa privada, o terceiro setor e a comunidade local na consecução do modelo de acesso às informações.

Por outro lado, é importante considerar como características primordiais da base material na sociedade da informação:
A informação como matéria-prima;
Produção de tecnologia para agir sobre a informação;
A informação como parte integral de toda atividade humana;
Adoção da lógica de redes nos sistemas ou conjuntos de relações, usando as novas tecnologias da informação;
Possuir como base a flexibilidade, tornando reversíveis os processos, organizações e instituições;
A crescente convergência de tecnologias específicas para um sistema altamente integrado.

O Papel do Governo Local

Faz-se necessário enxergar o espaço e o papel dos municípios como agentes multiplicadores do acesso ao processo informacional. Assim, os Municípios são vistos como atores determinantes a partir da formulação de projetos e idéias direcionados à inclusão digital. Nesta dimensão o Município é visto como espaço de manifestação da cultura e da vida do cidadão permitindo aos indivíduos a interação digital entre si. Isso representa a construção da rede cívica onde se dá o compartilhamento de experiências comuns em tempo real. Dessa forma, o cidadão passa a ser ponto focal da “produção, gestão e usufruto dos benefícios” da comunidade virtual.

O caso da Cidade de Santa Luzia

Observados os detalhes dos processos e dinâmicas para a construção de uma cidade virtual, a cidade de Santa Luzia, localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte, abarca um projeto inédito no Estado e quiçá no País. Trata-se de um esforço singular onde a iniciativa pública em parceria com o terceiro setor, a partir do último dia vinte e sete de junho de 2005 deu início ao projeto de inclusão digital. Essa parceria envolve a Prefeitura Municipal e a OSCIP – Circuito da Vida[1], empresa do terceiro setor responsável pela gestão dos recursos técnicos, operacionais e humanos envolvidos no projeto.

Essa parceria visa sistematizar a Inclusão Digital da população oriunda da rede pública de ensino do município de Santa Luzia/MG. A sinergia criada com o trabalho conjunto visa estabelecer sete (7) diferentes pontos de atendimento (quiosques) distribuídos estrategicamente pela cidade, denominados de “coretos digitais”. O programa de Inclusão Digital coordenado pela ONG Circuito da Vida se destina ao público formado por crianças, jovens e adultos da rede publica de ensino em situação de exclusão digital.

O objetivo claramente é desenvolver uma malha digital interligada entre os coretos digitais, através do uso da Internet, com doze pontos (terminais) complexos de rede em cada espaço criado, conectando comunidade, escolas, entidades de classe, serviços públicos, fontes de pesquisas, marcas, bens, organizações civis, empresas, comunidades simples e complexas, “ações de diversas ordens e padrões, objetivando a consolidação de uma cidade do conhecimento, em que o cidadão é ator e protagonista de uma outra realidade, a virtual”.

Ressalta-se que a condição primária para a implementação do projeto de inclusão digital foi a definição de seu próprio tamanho (abrangência e magnitude). Desse modo, levando em consideração que será ofertado a cada cidadão uma hora de acesso por coreto, seis (6) dias por semana e 26 dias no mês, estima-se um acesso mensal de pouco mais de 24 mil cidadãos.

Do ponto de vista metodológico, a primeira etapa do projeto compreenderá o uso dos equipamentos com acesso à Internet e aplicativos de textos e tabelas, se beneficiando do software livre. A abordagem pedagógica será voltada para a natureza individual do usuário e não da ferramenta disponível, o que permitirá o acompanhamento pedagógico do usuário pautando nos seus conhecimentos básicos e na habilidade no uso de seus equipamentos e de suas ferramentas; se comprometer a avaliar a metodologia aplicada e promover adequações se necessária, assim como, “pretende desenvolver nos Educandos e educadores, habilidades voltadas para o manuseio de software, tendo como objetivo a sua utilização de forma empreendedora para o desenvolvimento pessoal e comunitário”.

O aproveitamento adequado das oportunidades do projeto possui resultado esperado: - A inclusão digital, fruto dessa parceria visa promover o perfeito ajuste da comunidade frente aos processos de informação computacional. Espera-se a mudança de postura dos cidadãos perante um mundo de constante transformação. O resultado final desses esforços é tornar a comunidade local capaz de reproduzir os ensinamentos em projetos sociais para seu próprio benefício. Isso representa para todos os envolvidos, o verdadeiro encontro ao cidadão.


Trabalho elaborado e compilado a partir dos estudos de:

- Eduardo Navarro de Carvalho, Apresentação do 47º Painel Telebrasil. Brasília, 14 de Novembro de 2003;

- Prof. Evandro Prestes Guerreiro, Apresentação. USP-ECA, 04/ 11/ 2002.
[1] Trabalha na elaboração, desenvolvimento e acompanhamento de projetos, nas áreas jurídicas, científicas e tecnológicas em todo o seu contexto proporcionando a busca da melhoria da qualidade de vida. Recebeu a certificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP – em 13/12/2005, conforme publicação no diário oficial.

quarta-feira, junho 15, 2005

Bom-despachenses: Acreditar é preciso

O guiaBD realizou no período de 01 de junho a 15 de junho uma enquete com a seguinte pergunta: Qual seria o principal presente para o aniversário de 93 anos de emancipação política de Bom Despacho ? Foram 1131 votos, com os resultados divididos da seguinte forma:- 19% escolas profissionalizantes- 22% investimentos em agronegócios- 59% geração de mais empregos.

A Economia de Bom Despacho é tradicionalmente conhecida pela agropecuária leiteira. Mas há um bom tempo que está realidade vem mudando com a entrada massiva dos prestadores de serviço, pequenas indústrias e servidores públicos.

Apesar de todo o clima de euforismo e otimismo em torno do desempenho da economia para este ano de 2005, a grande preocupação continua sendo a criação de novos postos de emprego em todo o País. A implantação de programas de incentivo ao emprego representa hoje um desafio muito grande para Estados e Municípios. Por outro lado, todos sabem dos maléficos efeitos da falta de emprego: pobreza, miséria e aumento da criminalidade. Desse modo, o resultado da pesquisa realizada pelo guiaBD, onde grande parte dos participantes optaram pelo criação de novos empregos como melhor presente para a cidade de Bom Despacho confirma apenas o desejo de todos demais municípios do País e não somente. Revela ainda o tamanho do problema por qual passa nossa economia e o enorme desafio a ser enfrentado por toda a sociedade.

O que não pode deixar de existir é a esperança de que “se quiséssemos poderíamos construir uma grande nação” capaz de reduzir os índices de criminalidade, corrupção, contrabando ilegal, tráfico de drogas, exploração infantil e o próprio desemprego.

Acreditar é preciso!

terça-feira, junho 07, 2005

Conexão

Desligo-me... Mundo distante.
Tudo escuro... Ponto sem letra.
Não há conectividade!

Me desperto. Meio confuso.
Existe luz e também movimento.
Eu sou alguém. Eu sou uma senha.
Velocidade sem rumo.

Existe conexão e sinal.
Existem signos.
Está tudo parado, quase lento.
Isso torna a velocidade do pensamento.

Tudo ao alcance das mãos,
Conhecimento... importante?
Esse é o novo mundo.


Segurança, não sei...

quarta-feira, maio 25, 2005




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